Após um período de afastamento, quatro conselheiras tutelares retornaram às suas funções, em conformidade com as determinações legais e judiciais. A reintegração das titulares, acompanhadas de um oficial de justiça, ocorreu por meio de um procedimento de substituição, no qual as suplentes foram retiradas, restabelecendo a composição original do conselho.
A eleição do Conselho Tutelar foi tumultuada desde o seu início, com denúncias de assédio dentro do Conselho e, ainda, um conselheiro renunciando ao cargo por conta disso.
As autoridades responsáveis ressaltaram que a medida visa assegurar a continuidade dos serviços essenciais prestados à comunidade, sem expor detalhes que se encontram sob sigilo judicial.