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Servidora pública pede apoio para realizar sonho de Biblioteca Comunitária em seu bairro
  • Acompanhada do filho Lucas, a servidora Maria Aparecida Gonçalves conversou com a Assessoria de Comunicação do Sintram.
  • Do Sintram, em Divinópolis - MG
    08/08/2019 15h49 • Atualizado em 08/08/2019 17h20
  • “Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”, já dizia Raul Seixas. Na tentativa de tornar realidade o sonho de ter uma biblioteca comunitária em seu bairro, Lagoa dos Mandarins, em Divinópolis, a servidora Maria Aparecida Gonçalves procurou a sede do Sintram, nesta semana, para divulgar a ideia e  pedir apoio aos colegas servidores e à comunidade.  A atual diretoria do Sintram sempre atenta às demandas dos servidores abre espaço para que os colegas conheçam um pouco da história de Maria e possam apoiar e sonhar junto com ela para que o projeto possa sair do papel e se tornar realidade, beneficiando várias pessoas.

     

    “A minha ideia é fazer uma biblioteca comunitária e possibilitar que as crianças, os jovens e adultos da comunidade e adjacentes tenham acesso à leitura (...) Quero incentivar as pessoas a lerem porque ler melhora tudo na vida: a forma  de conversar, a forma de lidar com as pessoas. Ler faz a gente viajar no mundo, sem sair do lugar”, diz  Maria, que trabalha há  nove anos na Empresa Pública de Obras e Serviços, como auxiliar de serviços e tem paixão pela leitura.

     

    Maria explica que precisa de muitas doações e de pessoas que abracem a ideia com ela, sendo voluntários no projeto. O local ela já viabilizou, será na garagem de sua casa. Já conseguiu doações de alguns livros, mas ainda falta muita coisa para a inauguração do espaço e pede apoio dos colegas.  “Preciso de doações de livros, prateleiras para colocar esses livros em exposição, preciso também, se possível, de uma mesa com umas cadeiras, caso a pessoa quiser ficar naquele momento ali, se não quiser levar o livro para casa. Preciso de carimbos, as carteirinhas, então assim são muitas coisas. Até apoio na divulgação, alguém que queira me ajudar  a divulgar nos bairros vizinhos como São Caetano, Eldorado, para não ficar só restrito ao Lagoa dos Mandarins”, explicou.

     

    INFÂNCIA

     

    Maria fala que sempre incentiva as pessoas a lerem e com o projeto será mais fácil, levar jovens, crianças e adultos para o mundo da leitura. Ela conta que o despertar pelos livros veio ainda  na infância. “Lá pelos sete anos eu comecei a ter interesse pelos livros. Minha mãe vinha no centro para receber o salário dela e a gente podia escolher alguma coisa, minha irmã sempre queria um acessório e eu, um gibi. Comecei no gibi e criei o hábito de ir à biblioteca da escola. Li todos os livros de Monteiro Lobato, passei para a coleção Vagalume e fui lendo sempre. Teve um tempo que assinei o Clube do Livro Espírita, que foi uma assinatura que eu fiz do GEEC, que chegava para mim um livro todo mês e foi quando eu tive oportunidade de comprar mais livros. Fui também pedindo livros emprestado, então  eu estou sempre lendo”, conta.

     

    O gosto pela leitura fez também que Maria começasse a cursar Direito, mas devido a problemas pessoais teve que adiar a graduação. “Onde está o personagem do livro você está junto, então é uma coisa para distrair a cabeça, ao invés de você ficar em um telefone, numa rede social, você vai adquirir  o conhecimento em uma leitura. Através desse meu hábito de leitura eu comecei a fazer Direito, mas por causa dos meus problemas pessoais eu parei, mas meu sonho é voltar”, explica.

     

    VOLUNTÁRIOS

     

    A servidora conta que trabalha no regime de 12x36 e não será sempre que terá disponibilidade para coordenar o projeto, por isso a importância de apoio não apenas com doações, mas também de voluntariado. “Preciso também de voluntários para me ajudar na organização, porque até que eu liste todos os livros que eu já recebi de doação, então vou precisar de apoio nesta organização e também de ajuda no atendimento porque eu trabalho 12x36, então tem dia que eu vou estar todo dia dentro de casa e  no outro não”, disse. A ideia de Maria não para por aí, quando a Biblioteca Comunitária for inaugurada ela sonha também em transformar futuramente o  espaço em  um local para reforço escolar e alfabetização para adultos.

     

    APOIO

     

    O vice-presidente do Sintram, Wellington Silva, parabeniza a iniciativa da servidora e convida os colegas a fazerem  as suas doações. “Esperamos que os servidores possam ajudar com doações e que o mais breve possível a biblioteca possa ser inaugurada. O Sindicato está sempre aberto ao servidor para que ele possa compartilhar seus problemas, que no caso precisem da intervenção do sindicato e também em ideias e projetos sociais como esse da Maria que prometem mudar a realidade de muitas pessoas”,  destacou o vice-presidente.

     

    AJUDE

     

    Para ajudar nas doações, os interessados poderão entrar em contato com a servidora pelo telefone: 3216-1723 ou pelo celular 9-98833-6422.  As doações também poderão ser deixadas na sede do Sintram (Av. Getúlio Vargas, 21, Centro).  “Queria inaugurar o mais rápido possível até para a ideia não esfriar, a gente pegar esse calor que está agora e essa vontade  e ir para frente para não ficar mais dois anos esperando. O que eu estou precisando mais no momento é essas prateleiras, então se alguém tiver alguma prateleira que não está usando para eu poder colocar os livros será muito importante para que possamos inaugurar o espaço (...) porque eu acho que será um projeto muito importante para a comunidade”, finalizou Maria.

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