• Acompanhe-nos
Professores de São Gonçalo do Pará entram em greve por tempo indeterminado
  • Os professores da rede municipal de ensino paralisaram suas atividades nesta segunda-feira (05) por tempo indeterminado. A greve da categoria é em protesto contra os parcelamentos e atrasos salariais. O movimento começou hoje com manifestações pelas ruas da cidade.
  • Do Sintram, em Divinópolis - MG
    05/11/2018 15h56 • Atualizado em 05/11/2018 15h58
  •  

    Depois de inúmeras tentativas de acordo sem sucesso, os professores da rede pública municipal de São Gonçalo do Pará decidiram paralisar suas as atividades a partir desta segunda-feira (5) em protesto contra os parcelamentos e atrasos nos salários.  De acordo com informações do Portal Centro-Oeste, a categoria recebeu até agora apenas 12% dos salários de setembro, sendo em duas parcelas, uma de 9% e outra de 3%. A prefeitura de São Gonçalo do Pará diz que o governo do Estado não está repassando os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), recurso usado para pagamento salarial dos professores. Já o site do Tesouro Nacional, responsável pela distribuição dos recursos, informa que até outubro, o governo federal liberou R$ 2.592.525,13 em recursos do  Fundeb para o município. Clique aqui e veja a publicação do Tesouro Nacional.

     

    Já a prefeitura da cidade sustenta que está realizando os pagamentos de acordo com a disponibilidade dos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), feito pelo Governo do Estado, porém a escala dos valores não foi apresentada. A prefeitura alega que o Estado deve R$ 1,2 milhão ao município somente em repasses do Fundeb.

     

    GREVE

     

    Em assembleia realizada na semana passada sob coordenação do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Região Centro-Oeste (Sintram) a categoria definiu pela greve. O ofício comunicando à prefeitura da decisão dos servidores, foi enviado na semana passada. A greve já vinha sendo defendida pela categoria, que está passando por muitas dificuldades.

     

    A presidente do Sintram, Luciana Santos, está acompanhando de perto a movimentação dos profissionais da educação de São Gonçalo do Pará. Ela seguiu nesta segunda-feira (5) para a cidade, onde se encontra desde o início da manhã. Luciana Santos deverá ter um encontro ainda hoje com o prefeito da cidade, Toninho André (MDB) para ouvir as argumentações do município. “Nós estamos discutindo essa situação de São Gonçalo do Pará já há mais de 30 dias. Já tentamos um acordo com o Executivo e nenhuma solução foi indicada. O Sintram trabalha em nome dos servidores e entendemos que a situação é realmente precária para a categoria. As famílias dependem desse salário para a sobrevivência e é inadmissível deixar o trabalhador sem salário, sem condições de pagar suas contas e até mesmo sem condições de comprar até alimentos. A classe definiu pela greve e nós estamos trabalhando incansavelmente junto ao Executivo para que situação seja sanada. Ninguém quer uma greve, mas foi o único caminho encontrado pela categoria e é um caminho legítimo, especialmente quando se trata do salário, que dever ser prioridade de todo bom empregador”, explicou Luciana Santos.

Nossos endereços
  • Sede
  • Av. Getúlio Vargas, 21, Centro, Divinópolis - MG
    CEP: 35.500-024
    Telefone: (37) 3216-8484
    Atendimento de 8h às 17h30
  • Subsede Bambuí
  • Rua Olívio Alves Ribeiro, 134, Centro, Bambuí - MG
    CEP: 38.900-000
    Telefone: (37)3431-3486
    Atendimento de 8h às 17h30
 
  • Subsede Bom Despacho
  • Rua Vigário Nicolau, 111, sala 106, Centro, Bom Despacho - MG
    CEP: 35.600-000
    Telefone: (37) 3521-3311 | 98831-0237
    Atendimento de 08h30 às 10h30 e de 12h às 18h
Filiada à
Desenvolvido por Fesempre