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Servidores da Educação de Divinópolis fazem assembleia na segunda-feira para votar indicativo de greve
  • Em assembleia na sede do Sintram, professores da rede municipal de ensino decidiram iniciar a operação tartaruga. Nova assembleia, para votar indicativo de greve, ocorre na próxima segunda-feira.
  • Do Sintram, em Divinópolis - MG
    25/10/2018 16h53 • Atualizado em 25/10/2018 16h53
  • O parcelamento de salários e a falta de pagamento, em alguns casos, estão causando grande insatisfação aos servidores da educação das redes municipais de ensino de diversas cidades da região. Em Divinópolis, servidores da rede municipal de ensino receberam até agora apenas R$ 1 mil referente aos salários do mês de setembro e não há previsão para o complemento do pagamento.

     

    Reunidos nesta quarta-feira (24) na sede do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Região Centro-Oeste (Sintram), os servidores da educação municipal de Divinópolis decidiram iniciar uma operação tartaruga permanecendo nas salas de aula apenas de 7h às 9h30.  Na próxima segunda-feira (29) os professores da Rede Municipal farão nova assembleia na sede do  Sintram às 18h. Na ocasião, a categoria deverá votar o indicativo de greve e uma paralisação por tempo indeterminado é defendida pela maioria dos educadores.

     

    Em nota oficial, a Prefeitura de Divinópolis voltou a responsabilizar o Estado pelo atraso no repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), recurso utilizado para pagamento dos salários dos servidores da área educacional. Segundo a prefeitura, o Estado deve R$ 12,7 milhões ao município de Divinópolis em repasses do Fundeb. Somente juros e correções do Fundeb já somam R$ 1,1 milhão, segundo informou a prefeitura.

     

    SÃO GONÇALO DO PARÁ

     

    Em São Gonçalo do Pará a situação é semelhante ao que está ocorrendo em Divinópolis. Os servidores da Rede Municipal de Ensino da cidade estão revoltados com a situação e na próxima segunda-feira (29), a categoria realiza Assembleia às 17 no Centro Pastoral. A assembleia discutirá o parcelamento dos salários e poderá tirar um indicativo de greve, que pode ser deflagrada caso a prefeitura da cidade não encontre uma solução.

     

    A presidente do Sintram, Luciana Santos, está acompanhando a gravidade da situação em todas as cidades da base sindical. “Essa situação não é nova e as prefeituras não se prepararam para enfrentar o problema. Não há como admitir a falta de pagamento, especialmente para os servidores da educação, que exercem uma das atividades mais importantes nos municípios. Uma greve agora pode trazer consequências danosas para os estudantes e certamente nenhum professor quer isso. Mas, sem dinheiro, fica até impossível trabalhar. O Sintram continua trabalhando na tentativa de buscar uma solução, mas todas as decisões adotadas pela categoria na assembleia de segunda-feira em São Gonçalo do Pará, serão acatadas pelo sindicato. Quanto aos professores de Divinópolis, continuamos dando total apoio ao Sintemmd [Sindicato dos professores da Rede Municipal de Divinópolis] e vamos contribuir no que for possível em todas as decisões adotadas pela categoria”, afirmou.

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