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Jornal Agora destaca atuação dos sindicatos para impedir votação de reforma administrativa em Divinópolis
  • Prefeitura chama sindicatos para reunião nesta quarta-feira, com o objetivo de discutir os pontos de discordância do projeto.
  • Do Sintram, em Divinópolis - MG
    10/07/2018 10h50 • Atualizado em 10/07/2018 10h57
  •  A frustrada tentativa da prefeitura de votar a toque de caixa o projeto 47/2018, de autoria do prefeito Galileu Machado (MDB), que estabelece uma reforma administrativa na prefeitura de Divinópolis, foi o principal destaque da edição desta terça-feira (10) do Jornal Agora, único impresso diário da cidade. Sob o título Sindicatos barram votação da reforma administrativa, a reportagem assinada pela jornalista Pollyana Martins, publicada na página 3, afirma que o Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Região Centro-Oeste (Sintram) e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Municipal de Divinópolis (Sintemmd) conseguiram mais 15 dias para que o projeto possa ser discutido com os representantes dos servidores.

     

    O prefeito Galileu Machado, com o apoio do seu principal aliado na Câmara, o presidente da Casa, Adair Otaviano (MDB), tentou colocar o projeto em votação em reunião extraordinária realizada na manhã desta segunda-feira (09). A pressa do Executivo em votar o projeto era tanta que a reunião extraordinária foi convocada no final da tarde de sexta-feira (6) para ser realizada dois dias depois.

     

     

     

    MAIS CARGOS

     

    Mesmo com a prefeitura enfrentando a maior crise financeira de sua história, a reforma administrativa de Galileu prevê a criação de mais uma secretaria, gerando novos cargos de confiança. Além disso, o projeto prevê que 30% dos cargos comissionados, que vão aumentar se a reforma for aprovada, serão destinados aos servidores de carreira. Esses são os dois principais itens que os sindicatos querem mudar, já que tanto o Sintram, quanto o Sintemmd, querem que 70% dos cargos comissionados sejam destinados a servidores de carreira. Além disso, os sindicatos defendem a redução de secretarias e não o aumento das pastas, conforme quer o prefeito. Atualmente a prefeitura tem 13 secretarias e a criação da 14ª, a pasta de Segurança, não vai trazer nenhum reforço para a cidade, já que segurança pública é uma prerrogativa do Estado. O município já contribui cedendo espaços para a PM e não pode fazer nada além disso, já que não tem uma guarda municipal, que poderia agir com poder de polícia.

     

    Na reportagem, o Jornal Agora entrevistou a presidente do Sintram, Luciana Santos, que afirmou que os sindicatos não foram comunicados da tramitação do projeto, que foi protocolado na Câmara na tarde de quarta-feira (4), lido na reunião ordinária de quinta-feira (5) e, com uma velocidade espantosa, já colocado na pauta da sessão extraordinária de ontem. “A Câmara tem de oficiar as entidades representativas, que, no caso, são o Sintram e o Sintemmd, e nenhum dos dois sindicatos foi notificado”, disse Luciana Santos ao Jornal Agora.

     

    O projeto acabou sendo retirado e o líder do prefeito na Câmara, vereador Rodrigo Kaboja (PSD), tratou de se mexer rapidamente para marcar uma reunião entre os sindicalistas e o Executivo. No final da tarde desta segunda-feira (09), Kaboja comunicou por telefone à presidente do Sintram, Luciana Santos, que a reunião com o Executivo foi marcada para esta quarta-feira (11), às 15h30. As diretorias do Sintram e do Sintemmd participarão da reunião e, a princípio, os sindicalistas vão exigir que sejam efetuadas as mudanças defendidas pelos dois sindicatos.

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