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Quando formos fortes, teremos a certeza de poder negociar
    28/02/2015 13h00
  • Por João Madeira, presidente do Sintram

    Muitos questionamentos acerca da campanha salarial estão sendo feitos. Algumas pessoas dizem que o sindicato pouco ou mesmo nada tem feito na busca por melhores salários. Enquanto presidente, tenho o dever de informar que como resultado da campanha salarial 2013, a administração municipal propôs uma Mesa de Negociação Permanente, proposta aprovada pelos servidores em assembleia. Eleitos os membros desta mesa, aconteceu a primeira reunião, em que ficou decidido que a mesma iria se desmembrar em três subcomissões que discutiriam, primeiro: o aumento salarial de 11%, reajuste do vale-refeição para R$10,00 e antecipação do INPC (“gatilho”) para janeiro. Os componentes desta mesa são: Adelmo Coelho, José Alcolano, Ivanete Ferreira, Gilberto Machado e Antônio Castelo. Como resultado, houve a proposta de antecipação do INPC para fevereiro e reajuste do vale-refeição segundo o INPC, nos moldes do reajuste salarial. A proposta foi levada para o prefeito, e o Sindicato aguarda o retorno há mais de três meses para levar a proposta para apreciação da assembleia.

    A segunda mesa trata da Terceirização, Concurso Público, participação do Sintram na elaboração da LDO, LOA e PPA. A mesa é composta por Eduardo Parreiras, Claudemir Cunha, Alberto Gigante e Antônio Faraco. A negociação não aconteceu e o Sindicato continua aguardando, apesar da insistência.

    A terceira mesa de negociação estuda a Revisão do PCCS geral. A mesa é composta por Albano Verona, Juliano Vilela, Iara Soares Lima (substituída por Ivanete Ferreira), Paulo Adriano (substituído por Rose Lasmar), Rogério Farnese e Bruno Alves Camargos. Há encontros periódicos, mas com a troca do secretário de administração, o atual secretário, Gilberto Machado, cancelou as reuniões por prazo indefinido. A mesa tem sofrido com a falta de compromisso por parte do executivo. Atualmente, os integrantes estão terminando de atualizar as atribuições dos cargos e comportas. Após esta discussão, a negociação entra na discussão das tabelas quando haverá a oportunidade de reaver as perdas salariais de algumas categorias, segundo o INPC (calculadas pelo DIEESE).

    Dentre os pontos polêmicos que já surgiram, posso destacar a permanência do piso de um e meio salário mínimo, extinção do cargo de auxiliares de serviço e revisão das perdas.

    O Sindicato segue as diretrizes aprovadas em assembleia e os diretores têm agido com muita determinação e dedicação para com os compromissos assumidos. No entanto, fica claro que o poder de negociação está na valorização do produto e o nosso é o trabalho para o bem da cidade.

    A negociação envolve percepções e expectativas dos participantes, razão e emoção, planejamento, organização e decisão. Utiliza manobras e meios de persuasão. Só teremos o respeito e respaldo para negociar, o dia que lotarmos assembleias, mostrarmos nossa cara, estivermos mobilizados para quaisquer situações. Convoco a todos: mostremos nossa força!

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